Dados sobre utilizadores deste modelo
Estados Unidos da América
Reino Unido
Brasil



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Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 10.16 M
Envergadura: 11.38 M
Altura: 3.76
1 x motores Allison V-1710-99
Potência total: 1360 HP/CV
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 3039 Kg
Peso máximo/descolagem: 3810 Kg
Numero de suportes p/ armas: 2
Capacidade de carga/armamento: 450 Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 628 Km/h
Máxima(nível do mar): Não disponível
De cruzeiro: 523 Km/h
Autonomia standard /carregado : 966 Km
Autonomia máxima / leve 1200 Km.
Altitude máxima: 9450 Metros


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Canhões / Metralhadoras
- 6 x 12.7mm Browning M2 (Calibre: 12.7 )

Forum de discussão

O modelo P-40N (e o seu equivalente P-40P) foi o mais produzido de todos os caças P-40 fabricados durante a II guerra mundial. Ele foi introduzido com o motor V-1710-81 (1200cv) e posteriormente com o V-1710-99.

Na tentativa de aumentar as prestações da aeronave, o P-40N-1 (a primeira versão desta série) recebeu uma nova estrutura bastante mais leve. Também foi incluida uma carlinga com melhor visibilidade construida em uma só peça. Muitas peças em aço foram substituidas por outras em alumínio e foi reduzido o numero de tanques de combustível.
Também para reduzir o peso, os primeiros 400 exemplares foram entregues com apenas quatro metralhadoras 12,7mm mas essa moficicação não foi bem aceite e posteriormente a série passou novamente a receber seis metralhadoras (a partir do P-40N-15).

Foi também reposto um dos depósitos de combustível e a capacidade para transportar uma bomba de até 225kg em cada asa, ou em alternativa depósitos de combustível. As modificações sucederam-se até chegar à versão P-40N-20, que já contava com o novo motor de 1360cv.

O P-40N foi de facto o mais rápido de todos os caças da série P-40, sendo o único a ultrapassar a barreira dos 600km/h.

A produção do P-40N começou em Abril de 1943 e atingiu um total de 5,216 aeronaves, de encomendas totais de 6,000 (784 unidades foram canceladas).
O último modelo, P-40N-40 foi entregue à força aérea dos Estados Unidos em Novembro de 1944.

O P-40N tinha menor alcance que os anteriores modelos, mas estava preparado para receber tanques de combustível nas asas e por isso podia fazer voos de deslocação (não armados) entre dois pontos, a distâncias maiores.

Informação genérica:
Na primeira metade da década de 1930, a força aérea do exército dos Estados Unidos colocou aos fabricantes de aeronaves do país, um pedido para que apresentassem propostas para um caça monolugar, monoplano, com estrutura em metal. Esta configuração estava a tornar-se standard entre as potências europeias e a situação internacional aconselhava aquele desenvolvimento.

Vários modelos de aeronaves foram apresentados e entre eles encontrava-se o projecto da Curtiss. O primeiro modelo que saiu das pranchetas foi o Curtiss Model-75.
Ele acabou perdendo a concorrência para o SEV-1XP da Seversky (que receberia a designação oficial de P-35).
Porém, a instalação de um novo motor no modelo da Curtiss, reavivou o interesse e por isso ele foi considerado bastante capaz, acabando por ser encomendado. A aeronave mais tarde receberia a designação de P-36.

O primeiro dos protótipos ficou pronto em Fevereiro de 1937 e em Julho desse mesmo ano, foi colocada uma encomenda para 210 exemplares, que ficariam conhecidos como P-36A.

Estes modelos foram exportados para vários países europeus e também foram vendidos a países da América do Sul e para a China, que fabricou vários exemplares.


P-40: A evolução do P-36

Os projectistas da Curtiss continuaram a trabalhar no aperfeiçoamento da aeronave, especialmente na possibilidade de adoptar um motor em linha em vez do motor radial, que complicava a aerodinâmica e reduzia a velocidade. O motor escolhido foi o Allison V-1710, que era considerado o melhor motor em linha fabricado na América.

O modelo P-40 será conhecido como «Warhawk», mas os modelos fornecidos à Grã Bretanha receberão a designação «Tomahawk» até ao modelo «C» e «Kittyhawk» a partir do modelo «D»

É assim que em Julho de 1937 foi anunciado o Curtiss P-40 que voou pela primeira vez em 14 de Outubro de 1938.
Foram produzidas várias versões do P-40, mas podemos dividir da seguinte forma:

P-40A, que foi seguida do P-40B, com protecção blindada para o piloto.
O P-40C, o último desse grupo, já saiu de fábrica com mais uma metralhadora em cada asa. Além das encomendas norte-americanas esta aeronave foi encomendada pela França, mas não chegaram a ser entregues. A Grã Bretanha encomendou 950 exemplares e recebeu parte dos modelos que tinham sido encomendados pelos franceses.


P-40D / P-40E – Os norte-americanos receberam menos de duas dezenas de exemplares, mas os britânicos colocaram uma encomenda para 520.
As encomendas americanas de P-40D foram transferidas para o modelo P-40E, pois este último estava equipado com seis metralhadoras em vez de quatro.

P-40F / P-40L – Estes modelos foram resultado de se ter concluído que a grande altitude os motores Allison apresentavam baixas performances. As aeronaves receberam por isso o motor Rolls Royce Merlin-28, tendo voado pela primeira vez em 30 de Junho de 1941. Foram colocadas encomendas para caças P-40F equipados com a versão americana do motor Merlin (fabricado pela Packard). Apenas 117 exemplares entraram ao serviço das forças aéreas da Grã Bretanha e Austrália.
Verificou-se que o motor Merlin dava apenas uma vantagem de aproximadamente 6km/h na velocidade máxima do P-40

P-40N – A última versão do P-40 e a que foi mais produzida. Introduziu o novo motor V-1710-81. Nova carlinga com mais visibilidade. 6.000 encomendados, 5.216 produzidos.


Problemas

O P-40 nunca foi uma aeronave de topo de gama durante o conflito. O principal problema prendia-se com o facto de o motor Allison que equipava a aeronave, ser bastante potente para a época (final dos anos 30), mas pouco eficaz a grande altitude.


Retirada

Os caças P-40 começaram a ser retirados de operações de primeira linha a partir de Março de 1944, altura em que começaram a ser introduzidos os caças P-47 «Thunderbolt»

XP-40N
Os problemas de falta de potência e as prestações relativamente baixas do P-40 eram não só resultado da potência dos motores mas principalmente do desenho da aeronave. Foi feita uma tentativa neste sentido com o lançamento de um modelo experimental, com uma carlinga em bolha, que fazia lembrar a do Mustang P-51D.

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