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Caça bombardeiro
Skyhawk-II A-4M
Caça bombardeiro

Skyhawk-II A-4M
Caça bombardeiro (Douglas)
Skyhawk-II A-4M

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 12.27 M
Envergadura: 8.38 M
Altura: 4.57
1 x motores Pratt & Witney J52-P408
Potência total: 5080 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 4870 Kg
Peso máximo/descolagem: 11115 Kg
Numero de suportes p/ armas: 4
Capacidade de carga/armamento: 4500 Kg
Tripulação : 1
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 1050 Km/h
Máxima(nível do mar): Não disponível
De cruzeiro: 955 Km/h
Autonomia standard /carregado : 450 Km
Autonomia máxima / leve 1480 Km.
Altitude máxima: Não disponível


Designação Local:AF-1
País: Brasil Qtd: Max/inicial:23 - Em serviço:3Situação: Em serviço

O A-4 chama-se, AF-1 na Marinha do Brasil e trata-se de aeronaves adquiridas ao Koweit (A-4KU) em acordo assinado em 1997. Os AF-1 foram apresentados no Brasil no dia 2 de Outubro de 1998, celebrando a volta da marinha do Brasil á operação de aeronaves de asa fixa. Até aí, a operação de aeronaves de asa fixa era da responsabilidade da FAB.

Os A-4KU são na realidade A-4M sem a capacidade desta aeronave para disparar armas atómicas, e sem equipamentos de contra-medidas electrónicas.

Presentemene, os Skyhawk, são utilizados para treino e quase só isso. O porta-aviões São Paulo, que é a razão de ser destes aviões na marinha brasileira, não está completamente operacional, pelo que, os aviões estão na sua maioria em stock, para poupar a sua vida útil futura, que é uma das vantagens que o lote de aviões do Koweit tinhe inicialmente.

A operação de aviões de asa fixa pela marinha do Brasil é uma icógnita, directamente relacionada com o conceito estratégico que obedeceu à compra do porta aviões A-12 São Paulo.

Uma das possibilidades, passa pela modernização dos Skyhawk brasileiros, segundo o padrão de modernização do caça F-5BR, o que dará ao Skyhawk capacidades e características bastantes superiores e o tornará mesmo capaz de servir como escudo defensor exterior de uma força-tarefa, constituida pelo São Paulo e pelos seus eventuais escoltas.

Mas esta opção, que foi apresentada pela empresa Embraer, e que teria um custo total de cerca de 630 milhões de Euros para alterar 12 unidades foi considerada muito cara pela Marinha do Brasil, em face dos cortes orçamentários a que a força tem que fazer face.

No entanto, em 2009, acabou por ser assinado um contrato para a modernização de 12 unidades, por um valor de aproximadamente 450 milhões.

Com esta modernização o Skyhawk, poderia ficará preparado para disparar misseis BVR (Beyhond Visual Range), além de misseis mais modernos como versões do Piranha, ou outro missil de curto alcance que venha a ser adoptado. (do total 3 são bilugar)


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Canhões / Metralhadoras
- 2 x 20mm Colt Mk,12 (Calibre: 20 )
Foguetes / Misseis / bombas que pode utilizar
- Raytheon Systems AIM-9H Sidewinder (missil ar-ar)
Radares
- Stewart-Warner Electronics AN/APQ-145 - Navegação (Alcance médio: 34Km)

Forum de discussão

O A-4M, também conhecido como Skyhawk-II é uma versão especialmente desenhada para os fuzileiros navais norte-americanos e o último Skyhawk foi produzido para eles em Fevereiro de 1979.

O A-4, ficou relegado para os porta-aviões mais antigos da US Navy, e quando estes foram desactivados o A-4 deixou de ser utilizado.
No entanto, esta aeronave foi vendida para vários países para operar a partir de terra, sendo um caça relativamente eficaz.

As suas acções mais conhecidas decorreram no médio-oriente, nos conflitos entre Israel e os xseus vizinhos árabes.

Entre algumas das suas caracteristocas, notar o alcance máximo de 1.480 Km, sem combustível interno e externo. O raio de acção operacional: estimado em cerca de 450Km, com máxima carga bélica e tanques cheios, á velocidade de 950 Km/H e cerca de 15 minutos sobre o alvo.

A característica mais conhecida do A-4M, é a bossa que se encontra logo atrás da cabine do piloto, utilizada para colocar parte da electrónica do avião.

Informação genérica:
O A-4 Skyhawk foi concebido com o objectivo de dotar a força aérea dos Estados Unidos de uma aeronave ágil e capaz de operar a partir de porta-aviões. Ele também tinha capacidade para transportar um bomba nuclear táctica.
O seu desenho de asas, facilita a sua utilização a bordo de porta-aviões, sem a necessidade de dobrar as asas.

Ele voou pela primeira vez em 22 de Junho de 1954 e foi entregue á Força aérea da marinha norte americana em 1956.

Com o objectivo de substituir as aeronaves com motor a hélice, o A-4 Skyhawk destinou-se a substituir o já relativamente antiquado Douglas Skyrider.

Foram inicialmente encomendados 19 aviões de pré produção em 1952. No final dos testes foram encomendados 155 na versão A-4D1 em Outubro de 1956 a que se seguiu uma encomenda de mais 526 unidades de versão A-4D2, e juntamente com mais 638 unidades da versão A-4D-N, com electrónica e sistemas de navegação Mais sofisticados.

Uma nova série com novos equipamentos, surgiu como A-4D5, da qual foram encomendados 480 exemplares cuja entrega teve inicio em 1962.

Em 1962, estas séries de aeronaves receberam novas designações e cada uma das séries anteriores (A4-D1, A4-D2, A-4D-N e A-4D5) passou a ser designada respectivamente A-4A, A-4B, A-4C e A-4E.

Após esta alteração de designação, uma nova série foi lançada, com a entrega de mais 146 unidades na versão A-4F, que se caracterizava por um motor ainda mais poderoso.

Nos anos 70, a principal versão de produção do A-4 foi o A-4M, também conhecido como Skyhawk-II. Ele voou pela primeira vez em 10 de Abril de 1970, tendo sido produzido exclusivamente para os fuzileiros navais norte-americanos. Foram produzidos 100 deles.
Uma versão desta aeronave, conhecida como F-4N foi produzida especialmente para fornecer a Israel (país que já operava cerca de 100 unidades do A-4).

De notar que muitos dos A4-4 Skyhawk das versões mais antigas form recondicionados, modernizados e posteriormente vendidos para várias forças aéreas.

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