Dados sobre utilizadores deste modelo
Italia
Brasil

Aeronaves do mesmo tipo ou relacionadas:

AMX
Caça bombardeiro

AMX
Caça bombardeiro (Embraer)

Dimensões:Motores/ Potência
Comprimento: 12.55 M
Envergadura: 9.97 M
Altura: 4.55
1 x motores Rolls Royce Spey RB 168-807
Potência total: 5000 Kgf
Peso / Cap. carga Velocidade / Autonomia
Peso vazio: 6700 Kg
Peso máximo/descolagem: 13000 Kg
Numero de suportes p/ armas: 7
Capacidade de carga/armamento: 3800 Kg
Tripulação : 1/2
Passageiros: a
Velocidade Maxima: 1160 Km/h
Máxima(nível do mar): 1030 Km/h
De cruzeiro: 950 Km/h
Autonomia standard /carregado : 800 Km
Autonomia máxima / leve 1852 Km.
Altitude máxima: Não disponível


Designação Local:A-1 A/B
País: Brasil Qtd: Max/inicial:54 - Em serviço:54Situação: Em serviço

Está neste momento a decorrer a modernização dos AMX da FAB com aviónicos mais modernos, entre os quais o Radar Mectron-SCP-01, que lhe permitirá detectar alvos de 5 M2 a 35Km de distância.

Esta e outras alterações vão tornar o AMX um avião muito mais moderno, e muito mais capaz nas missões de ataque e mesmo de interdição do espaço aéreo, embora, realisticamente não possa defrontar futuras eventuais ameaças no teatro sul-americano como os F-16 C/D chilenos. Para missões de ataque este avião tem que ser escoltado por aeronaves mais ageis e commaiores capacidades.

Também foram feitos testes durante os anos 90 para estudar a possibilidade de utilização do AMX como aeronave de ataque naval, mas embora o novo radar dê ao avião alguma capacidade nesse campo, o AMX standard não parece ter sido considerado uma boa plataforma para o lançamento de misseis anti-navio.


Em Novembro de 2008 foi anunciado um contrato no valor de 187 milhões de dólares estabelecido com empresas de Israel, para o fornecimentop de sistemas de navegação que serão instalados com o programa de modernização dos AMX brasileiros.


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Canhões / Metralhadoras
- 2 x 30mm DEFA-554 (Calibre: 30 )
Foguetes / Misseis / bombas que pode utilizar
- Raytheon Systems AIM-9H Sidewinder (missil ar-ar)
- N/D Mk.81 - 250 lb (GP) (Ataque ao solo)
Radares
- Mectron SCP-01 - Multi-modo/Pulso Dopler (Alcance médio: 29Km)

Forum de discussão

Embora com utilizadores muito diferentes o projecto foi em frente, mas desde o início sugiram problemas relativos ao tipo de equipamentos e armas que a versão brasileira e italiana deveriam utilizar. Os italianos queriam desde o inicio um avião leve, com alcance reduzido, mas com maior capacidade militar. Por sua vez o Brasil pretendia um avião com a maior autonomia possível, dadas as características do país. Ao mesmo tempo os Estados Unidos não permitiram a colocação do canhão Vulcan na versão brasileira, ficando portanto o avião brasileiro limitado a dois canhões DEFA/Bernardini.

O AMX é essencialmente um avião de ataque ao solo, em condições de boa e média visibilidade. No entanto, os AMX italianos chegaram a operar na antiga Jugoslávia em missões de interdição do espaço aéreo.

Embora com utilizadores muito diferentes o projecto foi em frente, mas desde o início sugiram problemas relativos ao tipo de equipamentos e armas que a versão brasileira e italiana deveriam utilizar. Os italianos queriam desde o inicio um avião leve, com alcance reduzido, mas com maior capacidade militar. Por sua vez o Brasil pretendia um avião com a maior autonomia possível, dadas as características do país. Ao mesmo tempo os Estados Unidos não permitiram a colocação do canhão Vulcan na versão brasileira, ficando portanto o avião brasileiro limitado a dois canhões DEFA/Bernardini.

O AMX é essencialmente um avião de ataque ao solo, em condições de boa e média visibilidade. No entanto, os AMX italianos chegaram a operar na antiga Jugoslávia em missões de interdição do espaço aéreo.

A-1M
Em 3 de Setembro de 2013, uma versão modernizada do AMX começou a ser introduzida ao serviço da força aérea brasileira. Um total de 44 aeronaves faziam parte do programa de modernização.

A frota brasileira de AMX continuará ao serviço pelo menos até 2025.

Informação genérica:
Pensado para substituto do FIAT G-91, pela Aermachi e Aeritalia em 1977, o projecto foi aberto a um terceiro parceiro, a Embraer brasileira, que procurava um substituto / complemento para o MB-326 Xavante (AT-26) da FAB, outro projecto italiano, do qual a Embraer produziu varias unidades sob licença.

Embora se trate do mesmo avião, o AMX italiano e brasileiro diferem entre si.

O AMX italiano estava melhor armado e tinha melhor electrónica embira em contrapartida tenha uma autonomia menor que a versão pensada para as necessidades da Força Aérea Brasileira.

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