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Navio escola


Brasil
Navio escola classe
Brasil
(tipo Type-21)
Type-21

Dados principais Motores
Deslocamento standard: 3168 Ton
Deslocamento máx. : 3729 Ton.
Tipo de propulsão: Motor a Diesel
Comprimento: 131.3 M - Largura: 13.5M
Calado: 4.2 M.
2 x Motor a Diesel Pielstick PC2,5 L400 (7020cv/hp)
Tripulação / Guarnição: 425 Autonomia: 12500Km a 15 nós - Nr. Eixos: 2 - Velocidade Máxima: 18 nós

Canhões / armamento principal
2 x Bofors / BAE Systems 40mm /L70 Mod.1958 (1 x) (Calibre: 40mm/Alcance: 12Km)

Radares
- RACAL-DECCA TM-1226 (Navegação - Al.med: 27Km)


Forum de discussão

O Navio-Escola Brasil foi construido no Rio de Janeiro, tendo como base as fragatas Niteroi. Por se tratar de um navio de instrução destinado a formação de marinheiros, ele não tem turbinas a gás, como os seus congéneres armados, dispondo apenas como força locomotora de motores a Diesel.

Exteriormente o navio é idêntico às fragatas derivadas das «Type-21» britânicas, com a exclusão dos sistemas de armas, como a artilharia de 114.5mm ou os mísseis antinavio e antiaéreos.

O navio escola Brasil retem apenas dois canhões de 40mm Bofors e canhões de salva para ceromónias.
Além do treino de militares, o navio também é utlizado para treino de oficiais para a marinha mercante.

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Informação genérica:
Os navios do tipo Amazon ou Type-21 dividem-se em dois grupos. A classe Amazon original e a classe Niteroi, uma Amazon modificada.

A classe Amazon foi desenhada como substituta da classe Leander e o seu desenvolvimento foi feito por iniciativa privada e por isso começou ainda antes de a primeira fragata da classe Leander ser entregue à Royal Navy. O desenho foi resultado da cooperação entre a Vosper-Thornycroft e a Yarrow.

As fragatas Amazon são movidas por turbinas a gás e têm um canhão de 114mm à proa. Os navios foram incorporados no inicio dos anos 70 e eram considerados eficientes.

Porém, durante o conflito nas Malvinas algumas deficiencias no projecto vieram à tona. Construidos com frande quantidade de aluminio, os navios eram relativamente frágeis, o que se notou quando começaram a aparecer fendas na coberta, efeito directo das condições de mar no Atlântico Sul. As fragatas tiveram que ser literalmente remendadas, com reforços adicionais em aço

Dois navios desta classe foram afundados durante o conflito nas Malvinas/Falkland, a HMS Ardent e a HMS Antelope. Entre as razões do afundamento, está o facto de a resistência estrutural dos navios ter sido afectada pelo fogo. A altas temperaturas, o aluminio perde grande parte da sua resistência

As fragatas Niteroi têm uma configuração diferente das Amazon, pois não têm os seus lançadores Exocet à proa mas sim a meia-nau.

Os navios remanescentes da classe Amazon foram vendidos pela Royal Navy para o Paquistão.

Niterói

A classe Niteroi, foi desenhada pela mesma equipa que desenhou as fragatas Amazon, e a sua inspiração é clara, embora os navios brasileiros tenham sido desde o inicio pensados para a possibilidade de receber melhoramentos e mais sistemas de armamentos.
O Brasil optou por aumentar o periodo de vida das suas Niterói, procedendo a uma modernização de meia-vida.

Navio escola
No Brasil foi construida uma unidade utilizando o mesmo casco das fragatas Niteroi, que foi utilizado como navio escola para treino.


   
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