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Veículo Blindado Transporte Pessoal

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EE-11 URUTU
Veículo Blindado Transporte Pessoal

EE-9 CASCAVEL
Veículo médio de reconhecimento

 

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EE-11 URUTU
Veículo Blindado Transporte Pessoal (Engesa)
EE-11 URUTU

Projeto: Engesa
Brasil
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
6.1
n/disponivel
2.65m
2.9M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
11t
14t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Detroit Diesel 6V-53T 6cyl
260cv
105 Km/h
75 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Seis rodas motrizes
380 Litros
850Km
3+10
60º
30º
Anfíbio
0M
0.6M

Armamento básico
- 1 x 12.7mm Browning M2 (Calibre: 12.7mm - Alcance estimado de 1.5Km a 2.4Km)
Sistema de radar auxiliar:

País: Brasil
Designação Local:URUTU
Qtd: Máx:409 - Qtd. em serviço:224
Situação: Em serviço
Operacionalidade:
Construído nos anos 80 o EE-11 URUTU, foi um equipamento pensado dentro da realidade do parque automóvel do Brasil.

Neste momento decorre um programa de modernização destes veículos, que pretende, coloca-los em condições de prestarem serviço nas forças armadas brasileiras pelo menos até meados da segunda década do século XXI.

Ao mesmo tempo, existem planos por parte do exército para uma versão II do URUTU, que deverá ser melhor protegida e mais capaz de responder a novas exigências.


Forum de discussão

O URUTU é um blindado de transporte de tropas anfíbio. A ENGESA começou a desenvolver projectos de carros de combate leves no fim da década de 60. Este projecto foi feito em cima do sistema ENGESA-Boomerang, e destes estudos nasceram o EE-11 URUTU e o EE-9 CASCAVEL.

O URUTU é um transporte rápido, com capacidade anfíbia. e leve protecção blindada, e é capaz de receber uma grande variedade de equipamentos, adequando-se ás necessidades dos utilizadores. É igualmente utilizado por forças de fuzileiros para desembarde desde navios de apoio logístico. O URUTU, na sua versão básica transporta até 12 militares, além do motorista e do atirador. A ENGESA preparou várias versões deste veículo, para exportação: A saber:

Porta morteiro
Preparado para o transporte de um morteiro de 81mm, para acompanhamento de forças morotizadas, para apoio de fogo. Tranportava além do atirador e motorista, a guarnição da peça (quatro militares).

Missil-anticarro
Com uma torre com canhão de 25mm e um tubo lançador de missil anti-carro. A tripulação é constituida por motorista, atiradores (canhão de 25mm e missil ou misseis) e sete militares armados.

Apoio de fogo
Equipado com a mesma torre de 90mm do blindado Cascavel. A sua tripulação é constituida por comandante, motorista e atirador, mais seis soldados armados. Este veículom, podia disparar a sua peça de 90mm de dentro de água. No entanto a sua utilidade em ambiênte de desembarque oceanico é discutível.

Anti-aéreo
Versão equipada com uma torre de dois canhões de 20mm ou um canhão de 25mm. Além da tripulação standard, ainda tem um operador de radar.

Carro-oficina
Versão normalmente desarmada, inclui um guindaste hidráulico e equipamentos para manutenção e desempanagem de veículos no campo de batalha. A sua tripulação é constituida por motorista atirador e dois mecânicos.

Anti-motim
Versão equipada com uma prancha anti-barricada e lançadores fumigenos. Transporta 12 militares mais comandante e motorista.

Ambulância
Equipada com quatro macas e aparelhagem médica para prestação de cuidados médicos de urgência.

Carro-comando
Concebida para carro-comando de grandes unidades e sub-unidades operacionais. Permite o acompanhamento do campo de batalha por parte dos comandos operacionais. Leva duas mesas acopladas nas latrais e lugares para arquivos, documentos e mapas, além de equipamento rádio.

Informação genérica:
Familia de carros de combate ligeiros de origem brasileira, inspirada no M-8 Greyhound, que deu origem ao veículo Cascavel, fabricado no Brasil pela empresa ENGESA.

Além do Cascavel, foi igualmente produzido o URUGU, que comparilha com o Cascavel grande parte dos componentes mecânicos, embora se trate na realidade de veículos con utilizações completamente diferentes.

Quer os carros Urutu, quer os Cascavel, foram sucessos de vendas no mercado internacional de armamentos, onde o seu principal argumento de vendas foi a simplicadade de operação e manutenção, conjugada com um preço mais barato que alguns dos seus congeneres.

Com base nesta plataforma foi ainda desenhado o veículo Sucuri-I, armado com um canhão de 105mm para a função anti-tanque, cujo projecto evoluiu posteriormente para o Sucuri-II, o qual já se afastava consideravelmente da sua matriz original. Este veículo não chegou porém a entrar em produção.