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Artilharia Auto propulsada

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M-108
Artilharia Auto propulsada

M-109 A2/A3
Artilharia Auto propulsada

M-109 A5
Artilharia Auto propulsada

M-109A6 «Paladin»
Artilharia Auto propulsada

 

M-109 A5
Artilharia Auto propulsada (FMC-United Defense / BAE Systems)

Projeto: FMC-United Defense / BAE Systems
Estados Unidos da América
Dimensões
Comprimento
Comprimento máximo
Largura
Altura
Altura máxima
6.19
9.12m
3.15m
3.28M
Peso vazio
Peso / combate
Cap. Carga
Reboque
22t
25t
N/disponivel
N/disponivel
Motor / potência / capacidades
Motor
Potência
Vel. maxima
Terr. Irregular
Detroit Diesel Mod. 8V-71T 8cyl
405cv
56 Km/h
35 Km/h
Tração
Tanque combustivel
Autonomia
Tripulação
Lagartas
511 Litros
349Km
6
60º
40º
1.1M
1.83M
0.53M

Armamento básico
- 1 x 155mm M284/39 (Calibre: 155mm - Alcance estimado de 3Km a 24Km)
Sistema de radar auxiliar:

País: Portugal
Designação Local:M-109-A5
Qtd: Máx:18 - Qtd. em serviço:18
Situação: Em serviço
Operacionalidade:
Os M-109A5 de Portugal, entraram ao serviço no dia 9 de Janeiro de 2002 e estão ao serviço na Brigada Mecanizada, tendo substituído os M-109A2 inicialmente recebidos nos anos 80.

As 14 unidades recebidas deste modelo eram M109A2/A3 mas foram modernizados para a versão A5. Os M109 A5 equipam três baterias de Bocas de fogo do Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) de Santa Margarida.


O M-109 A5, é mais uma modernização do modelo M-109 e
Todos os M-109A5 são M-109A4 a que foi colocado um novo canhão com maior alcance, (mod M284), que pode atingir 24Km e 30Km com munião assistida.

Lançado em 1992, existe também o M-109A6, que é ainda outra modernização dos M-109A4, com o novo canhão (mod M284) que tem as mesmas prestações do M-109A5, mas dispõe de um sistema de controlo de tiro mais sofisticado., o que lhe permite um grau de precisão no tiro, superior a qualquer dos seus congeneres da família M-109.

Os dois equipamentos (versão A5 e A6) têm capacidade para operar em ambiente NBQ.

Informação genérica:
Type-99
O primeiro modelo do M-109 e o segundo modelo com o canhão longo M-185
Familia de veículos de artilharia auto-propulsada. Eles substituiram os canhões auto-propulsados de 105mm do modelo M44, juntamente com outros modelos desenvolvidos durante a guerra..

A família começou com o desenvolvimento de uma versão de 105mm conhecida como M-108, juntamente com a versão de 155mm.

Eles começaram a ser desenvolvidos em meados dos anos 50 e começaram a ser entregues em 1962.

Durante os anos 60, como o calibre 105mm foi considerado insuficiente pelos norte-americanos que estavam envolvidos no Vietname, foi dada prioridade à versão maior que seria conhecida equipada com o óbus de 155mm.

Como o M-108, o M-109 é uma peça de artilharia tradicional (óbus) que foi montada em cima de um chassis, permitindo assim á artilharia acompanhar com grande facilidade a evolução de tropas no terreno e apoia-las á medida que a progressão das tropas se desenvolve.

O primeiro M-109 utilizava o canhão curto de 155mm e 23 calibres modelo M126.

Este canhão foi posteriormente substituido pelo canhão M126A1, resultando no veículo M-109A1.

A necessidade de aumentar o alcance dos M-109, levou à substituição do canhão M126A1 pelo na altura novo M185.
Surgem assim os carros M-109A2 (veículos novos) e o M-109A3 (veículos M-109A1 modificados).

Os M-109A3, foram por sua vez modificados com a introdução de um sistema NBQ. Esses M-109A3 com protecção NBQ passaram a ser conhecidos como M-109A4, que também passaram a contar com um sistema hidraulico para movimentação da torre.

Nos anos 90, surge a versão M-109A5, cuja principal modificação relativamente às versões anteriores, é a utilização de um novo canhão com alcance superior.

Os M-109A5, são M-109A4 modernizados.

Em meados dos anos 90 surge o M-109A6 Paladin que é idêntico ao M-109A5, contanto no entanto com sistemas electrónicos de pontaria e de controlo muito mais sofisticados melhor blindagem na torre

Munição assistida (base bleed)
O termo munição assistida, é utilizado para designar projecteis de artilharia que utilizam um sistema que consiste na colocação de uma secção adicional na parte posterior do projectil, a qual queima durante o trajecto produzindo um pequeno jacto.
Este pequeno jacto não tem qualquer utilidade na força propulsora do projectil, mas vai impedir que se crie vacuo, (resultado da alta velocidade do projectil) que aumenta o coeficiente de arrasto e torna o projectil mais lento.
Com a supressão do vácuo através deste sistema, o alcance dos projecteis de artilharia pode ser aumentado de 20 a 30%.
A desvantagem desta solução, decorre da necessidade de colocar menor carga explosiva no projectil para garantir espaço para o combustível que vai ajudar na propulsão.