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Região: Guiné Bissau
Tema: Sociedade / Política

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Ministério dos Negócios Estrangeiros desaconselha portugueses a viajar para Bissau

04.05.2005
Lisboa - O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal, com base numa notícia do jornal «Público» sobre «sinais de instabilidade» na Guiné-Bissau, recomenda que os cidadãos nacionais não se desloquem àquele país nos próximos tempos. No seu «site» na Internet, a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas alerta que «o jornal `Público´ acaba de publicar um artigo onde sublinha os `sinais de instabilidade´ que se começam a viver na Guiné-Bissau, antecedendo as eleições presidenciais do próximo mês de Junho». De acordo com o mesmo texto, intitulado «Evolução da situação na Guiné-Bissau», o MNE considera, «com base nessa notícia, não serem os próximos tempos os mais indicados para visitar a Guiné-Bissau, para além dos casos absolutamente urgentes». Na sexta-feira, o Supremo Tribunal da Justiça guineense deveria ter tomado uma decisão sobre a validação das candidaturas às presidenciais de 19 de Junho - entre as quais figuram as dos ex-presidentes «Nino» Vieira e Kumba Ialá -, mas o anúncio acabou por ser adiado por uma semana. De acordo com o «Público», os movimentos de apoiantes dos dois políticos «têm desafiado os tribunais e a interpretação da lei, suscitando receios de instabilidade e motivando um apelo da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental». Num comunicado com data de 4 de Abril, o Executivo português tinha já manifestado preocupação com alguns desenvolvimentos políticos na Guiné-Bissau, «contrários ao estipulado na Carta de Transição Política», e com declarações públicas de «radicalismo e incitamento à violação da ordem constitucional». Na nota, Portugal reconhecia os progressos alcançados pelas autoridades guineenses no âmbito do processo político, designadamente pela marcação da data das eleições, e reiterava o seu «firme empenho em continuar a apoiar o processo de transição política e desenvolvimento económico na Guiné-Bissau».


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