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Região: Brasil
Tema: Força Aérea

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Brasil: EMB-190 continua na corrida para o fornecimento de avião de patrulha às F.A. Americanas

12.08.2005
A norte-americana Lockheed decidiu manter a Embraer no consórcio formado para oferecer aviões de vigilância de próxima geração para o Pentágono, de acordo com reportagem do Wall Street Journal. A Lockheed e o Exército dos Estados Unidos concluíram, no início de julho, que o jato ERJ-145 - de 50 assentos e que seria a plataforma das novas aeronaves de vigilância - era muito pequeno para o projeto. A Lockheed e o Exército estavam avaliando alguns aviões maiores, incluindo o Embraer 190, de 100 lugares, e o Gulfstream 500, da General Dynamics. Segundo o jornal, o Embraer 190 levou a melhor. Procurada pela Reuters, a Embraer não comentou o assunto. A Lockheed venceu a Northrop Grumman há um ano na briga pelo contrato no valor de até US$ 8 bilhões, válido por 20 anos, para desenvolver sistema aéreo do Exército e da Marinha dos Estados Unidos para inteligência e vigilância. De acordo com o Wall Street Journal, o Exército dos EUA ainda precisa decidir se aceita as mudanças no programa recomendadas pela Lockheed ou se busca outra alternativa, como uma nova licitação. Em relatório nesta sexta-feira, a corretora Merrill Lynch afirma que se o Embraer 190 for selecionado, haverá potencial aumento de receita para a fabricante brasileira, já que o avião custa cerca de US$ 10 milhões a mais que o ERJ-145. "Vamos revisar nossas estimativas financeiras (da Embraer) quando uma decisão final for feita pelo Exército dos EUA", informou a Merrill. A participação da Embraer no consórcio liderado pela Lockheed marcou a entrada da fabricante de jatos brasileira na Defesa dos EUA. A Embraer tem planos para uma unidade industrial de montagem de jatos militares em Jacksonville, na Flórida. Em entrevista à Reuters durante a Paris Air Show, em junho, o presidente da empresa, Maurício Botelho, disse que o contrato com o Exército norte-americano ainda não estava formalizado.


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