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Região: Brasil
Tema: Sociedade / Política

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Governo brasileiro pretende retirar 780 do Líbano até domingo

25.07.2006
Nesta terça mais um grupo de 80 brasileiros foi repatriado

SÃO PAULO - O Itamaraty confirmou nesta terça-feira quatro vôos para a retirada de 780 brasileiros (número aproximado) até o final desta semana. A FAB e a empresa aérea TAM se revezarão na tarefa de retirar os brasileiros da zona de conflito. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, foi pessoalmente à Turquia - de onde sairão os vôos - para garantir o transporte dos cidadãos.

Nesta terça mais um grupo de 80 brasileiros foi repatriado e com esse grupo o total de pessoas retiradas com a ajuda do governo brasileiro chega a 328.

O revezamento dos próximos vôos serão divididos entre o Boeing-707, o `Sucatão` da FAB, e aviões da TAM. Na quarta-feira o Itamaraty prevê a chegada de 375 brasileiros, 150 no `Sucatão` e os outros 225 pela TAM. Já na quinta-feira é prevista a chegada 80 pessoas, trazidas pela FAB. A TAM só voaria novamente no sábado, transportando outro grupo de 225 passageiros.

Os vôos da TAM partirão de Damasco, capital da Síria. Na quarta-feira a empresa bancará todos os custos do transporte, mas no sábado ela dividirá as despesas com o governo brasileiro.

Durante toda a segunda-feira, a diplomacia brasileira intensificou a retirada dos cidadãos que estavam no Vale do Bekaa. Um comboio com seis ônibus transportando um grupo de 305 brasileiros saiu da região, no leste do Líbano, em direção a Damasco, na mais delicada operação de retirada de brasileiros desde o início dos bombardeios israelenses contra alvos no sul do Líbano, no último dia 12.

Antes da operação, os governos brasileiro e israelense entraram em intensas negociações sobre a melhor rota para o comboio. Os ônibus começaram a sair da madrugada desta segunda-feira e no início da manhã, horário de Brasília.

Israel deu inicio à operação no Líbano após o Hezbollah matarem três soldados e capturarem outros dois na fronteira entre os dois países, no dia 12 de julho. Pelo menos 391 pessoas perderam suas vidas do lado libanês, incluindo 20 soldados e 11 militantes do Hezbollah, outras 1.596 foram feridas durante a batalha, de acordo com autoridades libanesas.

Já o total de mortos do lado israelense fica em 41, com 17 civis mortos por mísseis lançados pelo grupo extremista e 24 soldados mortos durante os combates.


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