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Região: Ásia central
Tema: Tecnologia

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Índia prepara-se para lançar a sua primeira missão à Lua

20.10.2008
missão, não tripulada, à Lua. Esta iniciativa pretende demonstrar que o país pode ser uma potência espacial asiática, concorrente da China e Japão.

O lançamento da sonda lunar indiana Chandrayaan-1, a bordo do foguetão PSLV (Polar Satellite Launch Vehicle), está programado para as 06h20 (01h50 em Lisboa) do centro espacial Satish Dhawan, em Sriharikota, uma península na fronteira entre os estados meridionais de Tamil Nadu e Andhra Pradesh, cem quilómetros a Norte de Madras.

«Tudo se está a desenrolar como o previsto», garantiu M.Y.S. Prasad, director do centro espacial.

A missão terá três etapas: a descolagem do foguetão, a colocação em órbita da sonda lunar a 385 mil quilómetros da Terra e uma série de experiências e observações em redor da Lua durante dois anos, nomeadamente a presença de água, minerais e substâncias químicas.

Este programa, com um orçamento de 80 milhões de dólares (59 milhões de euros), será seguido por um outro em 2012, talvez mesmo a partir de 2010, anunciaram a Organização indiana de Investigação Espacial (ISRO) e o ministro da Ciência Kapil Sibal.

Nova Deli quer realizar 60 missões espaciais até 2013 e tentar enviar um ser humano para o espaço. Se Chandrayaan-1 for um sucesso, “a próxima etapa será enviar uma missão tripulada à Lua, para a qual já começaram os ensaios”, declarou G.K. Menon, antigo director do ISRO.

As grandes potências asiáticas – Japão, China e Índia – estão empenhadas numa corrida à conquista da Lua, onde querem fazer uma plataforma de exploração do espaço e do planeta Marte.

A Índia ambiciona fazer parte do clube restrito de países capazes de lançar satélites para fins comerciais. Os Estados Unidos, Rússia, China, Ucrânia e Agência Espacial Europeia partilham esse mercado.

Em Abril, a indústria espacial indiana conseguiu colocar em órbita, ao mesmo tempo e com apenas um lançador, dez satélites, oito dos quais estrangeiros.

O programa espacial indiano arrancou em 1963 mas, até há pouco tempo, limitava-se ao lançamento dos seus próprios satélites. O primeiro remonta a 1980.


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