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Região: Portugal
Tema: Marinha

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Portugal não precisa de submarinos

06.10.2009
Almeida Santos foi bastante crítico quanto à compra de dois submarinos por parte do Governo português e no tradicional jantar do 5 de Outubro, que o PS organiza todos os anos em Alenquer, deixou recados bem claros quanto ao que fazer.
`Devo ser um bocado burro, mas não consigo descobrir porque é que nós precisamos de dois submarinos. Espero que o engenheiro José Sócrates e o ministro da Defesa concordem comigo porque precisamos urgentemente de vender os submarinos para comprar armas que sejam úteis e necessárias para a defesa das nossas águas marítimas`, referiu Almeida Santos.
Para o Presidente dos socialistas é importante Portugal comprar armas e não submarinos face à necessidade do nosso país dispor de `um grande espaço marítimo, onde se faz contrabando, onde há emigração ilegal e onde se importa ilegalmente droga`.
Recorde-se que na passada sexta-feira a Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC) revelou que se compromete, no caso da compra de dois submarinos pelo Estado português, a cumprir `integralmente` as obrigações contratuais até ao fim da vigência do contrato.
Foi em comunicado que CPC esclareceu que `continua empenhada no cumprimento das obrigações recebidas, nomeadamente quanto ao rigor e exigência na negociação, acompanhamento e monitorização de todos os contratos de contrapartidas, estando comprometida em fazer cumprir integralmente, até ao final da vigência do contrato, as obrigações contratuais estabelecidas`.
Refira-se ainda que este comunicado surgiu no mesmo dia em que o Ministério Público fez saber da existência de dez arguidos, sete portugueses e três alemães, de falsificação de documentos e burla qualificada no processo `submarinos/contrapartidas` pedindo uma indemnização cível no montante de 34 milhões de euros.
A compra de dois submarinos por parte de Portugal foi contratualizada em 2004, com o consórcio alemão German Submarine Consortium, que integra a Man Ferrostaal, quando o actual Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, era primeiro-ministro português e o líder do CDS-PP, Paulo Portas, desempenhava as funções de ministro da Defesa.


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