Conflitos internacionais


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Tomada de Diabaly abre caminho para norte
Rebeldes malianos reunem-se em Timbuktu
24.01.2013


Tropas do Mali, apoiadas por efetivos franceses, controlam agora a cidade de Diabaly, na região maliana de Segou no centro do país. A posse de Diabaly, é importante, dada a proximidade da cidade com a Mauritânia.
Diabaly estava a meio do segundo de dois corredores que permitiam o acesso desde o norte do país até à capital Bamako.

As forças islamitas terão retirado da cidade perante a aproximação das forças francesas e dos militares do exército regular do Mali.
Especula-se que o grosso das forças agora dispersas pelos ataques dos militares franceses e da aviação francesa, estará a retira para norte, em direção à mais importante cidade do norte do Mali, a mítica Tibuktu, que na idade média era um centro de comercio e também uma cidade conhecida pelas suas escolas, em que se ensinava teologia, mas também matemática e astronomia. Aquilo que foi conhecido como Universidade de Timbuktu chegou a ter 25,000 estudantes. Situada nas margens do rio Niger, Timbuktu era uma cidade muito rica, que fazia a ligação entre a África sahariana e a África sub-sahariana. A cidade tem por isso um significado simbólico, como símbolo do auge do poder cultural muçulmano no norte de África.

As tropas do Mali, terão entretanto atacado vários grupos de civis suspeitos de pertencer aos grupos islâmitas, como aconteceu na quarta-feira em Diabaly depois da tomada da cidade, quando um alegado grupo de religiosos foi atacado pelo exército, tendo do ataque resultado 16 mortos.
Muitos dos ativistas islamistas abandonam as suas armas e voltam para casa ou misturam-se com a população, o que torna a sua deteção dificil e aumenta a possibilidade de erros de identificação
Evolução das movimentações até agora e evolução provável

Existem notícias de que na cidade de Sevaré, onde se encontra o aeroporto de Mopti, ocorreram retaliações contra suspeitos de colaborar com os extremistas islâmicos, tendo alegadamente sido executadas trinta pessoas.

Entretanto, analistas em Paris afirmam que a guerra no Mali continua dentro das capacidades do orçamento francês e das forças armadas francesas na região. Os meios empregues, ainda que sejam muito superiores aos do exército do Mali, são ainda assim relativamente ligeiros, o que ajuda a controlar os custos.

A tomada de Diabaly, fecha o segundo corredor de acesso ao sul, o que faz com que os objetivos seguintes sejam atingir a cidade de Lere, que já foi pesadamente bombardeada pela aviação, para depois avançar para Timbuktu.
A leste, os franceses deverão estar a aproximar-se de Douentza, no caminho mais longo para a cidade de Gao, que em termos de população é a maior cidade do Mali nas mãos dos rebeldes islamitas.


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