Marinha


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Último Oscar retirado em 2014
Marinha russa a caminho da modernização
03.04.2013


Fontes russas confirmaram na última semana que o último submarino da clase Oscar deverá ser oficialmente retirado de serviço em 2014.
Desde há alguns anos que se especulava sobre a real situação dos navios da classe, que ficou famosa após o acidente fatal que vitimou mais de uma centena de marinheiros russos, quando após um acidente, o líder Vladimir Putin se recusou a pedir auxilio ao ocidente por uma questão de prestigio.

Sabia-se que o submarino K173 Krasnoyarsk tinha sido retirado no ano 2000, mas notícias posteriores davam o navio como estando em reparações.
As notícias sobre os submarinos nucleares russos são normalmente confusas e é necessário cruzar vários dados para conseguir chegar a uma conclusão.
Ao afirmar que o último navio da classe Oscar é retirado, confirma-se igualmente que não tiveram prosseguimento os planos para manter em funcionamento um ou dois destes navios.

Sabe-se que a entrada ao serviço dos novos submarinos da classe Yasen (designação NATO: Severodvinsk) cujo projeto começou em 1977, exigirá uma alocação de recursos extremamente pesada, que levará a marinha da Rússia a cortar onde for possível para manter os navios em estado operacional.
Estão previstos até 10 Severodvinsk, o primeiro dos quais já foi lançado e está em testes para aceitação ainda em 2013. Outro submarino o Kazan está em construção e um terceiro deverá ser lançado este ano, com a construção de outros dois já prevista para orçamentação futura. O custo de cada um destes navios é estimado entre 1300 milhões e 1500 de Euros, mas os custos de operação deverão ser muito mais elevados que os de outros navios da marinha russa.

Os futuros Yasen, vão constituir a base da força de submarinos nucleares de ataque com capacidade para transportar mísseis de cruzeiro. Esta força será complementada com uma força de submarinos convencionais de ataque movidos a Diesel e com uma pequena força de quatro a seis submarinos transportadores de mísseis balísticos intercontinentais.
Estimativas realistas apontam para que a Rússia detenha uma força com aproximadamente 32 submarinos. 16 submarinos convencionais, 10 submarinos atómicos de ataque e 6 submarinos lançadores de mísseis balísticos.
Ainda que inferior à sua equivalente norte-americana, a componente submarina da marinha russa será ainda assim, a segunda mais poderosa do mundo, superando a chinesa em capacidade embora sendo inferior em número de unidades.

Tudo aparenta confirmar que o último dos gigantescos submarinos do tipo Typhoon, também será retirado de serviço, logo que esteja ao serviço o segundo dos novos submarinos lançadores de mísseis balísticos do tipo Borey.


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