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Problemas com GBI não alteram estrategia
Pentágono reafirma interesse na defesa anti-míssil
09.07.2013


Os planos norte-americanos para a instalação de um sistema de defesa anti-míssil completo, sofreram um revés na passada semana, com a divulgação pelo Pentagono de que tinha ocorrido mais um lançamento sem sucesso do sistema GBI, mas apressaram-se a informar que não haveria alterações no programa de desenvolvimento.

O GBI (Ground Bases Interceptor) é o sistema anti-missil intermédio, dentro do sistema americano de defesa anti-míssil. Ele deve atacar os mísseis que são lançados e passam pelo sistema anti-míssil primário, que se destina a tentar destruir o míssil na fase inicial de lançamento.

Os mísseis agressores que não são destruídos nessa fase entram na estratosfera e aí só podem ser atacados por um sistema de grande potência (um míssil de grandes dimensões) que os ataca com uma ogiva de energia cinética. Este é o sistema mais complexo e de difícil implementação.
Não foram dadas informações precisas sobre o que falhou neste lançamento, mas sabe-se que dos 16 lançamentos já efetuados apenas 50% tiveram sucesso, o que é considerado uma taxa baixa.

No entanto, não existe qualquer plano para cancelar o programa, que ainda está numa fase inicial. Os Estados Unidos têm 26 mísseis instalados e foi encomendada a construção de mais 14. Cada míssil tem um custo de 70 milhões de dólares americanos.
O GBI da Boeing é apenas um dos muitos sistemas em operação e desenvolvimento que permitem atingir mísseis balísticos.

Existem ainda outros sistemas como o Patriot, que tem uma ogiva explosiva e o THAAD (Lockeed Martin) com ogiva de energia cinética, mas estes sistemas são pensados para destruir mísseis balísticos de curto e médio alcance. A sua utilização contra mísseis balísticos intercontinentais é considerada inviável, por causa da altíssima velocidade que o projectil desenvolve antes da entrada na atmosfera.

Os Estados Unidos, estão a testar o sistema de médio/longo alcance SM-3, com base em navios, o qual pode ser utilizado para intercetar mísseis a grande altitude (160km) e que é produzido pela Raytheon. Este míssil já foi utilizado com sucesso para destruir um míssil intercontinental.

O falhanço do GBI é visto principalmente como um revés para a Boeing, que é responsável pela integração do sistema.

O programa americano de desenvolvimento de sistemas anti-míssil já se deparou com vários problemas que levaram ao cancelamento do desenvolvimento de protótipos, como foi o caso do Laser aerotransportado, que deveria ser utilizado na fase inicial de lançamento.


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