Marinha


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Caça-submarinos não tripulado
ACTUV estará em testes dentro de dois anos
25.08.2013


Chama-se ACTUV e deverá estar pronto em 2015. Trata-se do primeiro protótipo de uma arma que poderá vir a revolucionar a luta anti-submarina de uma forma radical.
O projeto desenvolvido pela «DARPA» a Agência de Projetos de Defesa Avançada do departamento de defesa norte-americano, está neste momento em fase, e quando concluido deverá permitir que futuramente seja possível seguir submarinos hostis durante meses.

O aumento do número de submarinos convencionais e acima de tudo o aumento da sua furtividade, têm constituído uma dor de cabeça para os estrategas norte-americanos.
Embora neste momento, os submarinos convencionais não sejam uma ameaça para a segurança dos Estados Unidos e a tecnologia utilizada pela maioria destes navios permita a sua deteção, os novos submarinos com sistemas AIP cada vez mais sofisticados estarão a apontar um caminho de futuro, para o qual a marinha dos Estados Unidos precisa de uma resposta urgente.

A marinha americana tem feito vários testes com navios submarinos convencionais equipados com sistemas de propulsão AIP, para testar a sua capacidade para os detetar. Países como a Noruega, Portugal ou a Itália, que possuem este tipo de navios, têm colaborado com a marinha norte-americana no sentido de ajudar a determinar a capacidade americana de responder a este tipo de ameaças.

O receio das autoridades americanas centra-se essencialmente no futuro, pois teme-se que mesmo os sistemas russos e chineses, que presentemente são bastante inferiores aos sistemas submarinos europeus, possam vir a adquirir ou desenvolver tecnologias que dentro de um espaço de 10 a 15 anos sejam equivalentes ou superiores.

Se países menos amistosos para com os Estados Unidos vierem a possuir navios deste tipo e eles passarem a estar disponíveis em grande quantidade, a marinha norte-americana teme não ter capacidade para providenciar uma resposta convencional contra este tipo de ameaça.

Normalmente a caça aos submarinos é feita por navios contra-torpedeiros e por aeronaves com base em terra que utilizam sonoboias para detetar submarinos hostis.
No entanto, os novos sistemas de propulsão independente do ar, tornam estes sistemas menos eficientes, especialmente se o número de ameaças se multiplicar.

Desta forma a marinha dos Estados Unidos colocou em prática um plano para desenvolver um submarino não tripulado, que seja igualmente dificil de detetar, e que seguirá navios submarinos que se aproximem de áreas de interesse.
O submarino não tripulado poderá ficar debaixo de água durante 90 dias, ou seja, muito mais tempo que o período máximo de autonomia de um submarino convencional com sistema AIP.

Trata-se de uma embarcação que funcionará de forma autonoma, utilizando sofisticados sistemas de inteligência artificial, que vão permitir ao navio, operar em qualquer área do mundo, garantindo a segurança da navegação.
O submarino não tripulado terá 40m de comprimento e um deslocamento de 130 toneladas. Ele poderá atingir uma velocidade de pelo menos 22 nós e será locomovido por um motor a Diesel.

A principal vantagem do sistema deverá ser o baixo custo. Para já não foi referida qualquer intenção de transportar armamentos anti-submarinos, mas não é impossível que uma embarcação com 40m de comprimento possa transportar um ou dois torpedos anti-submarinos que possam ser utilizados contra os alvos a seguir em caso de necessidade.


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