Marinha


Translation to English not responsability of areamilitar.net.
Service is supplied as is and correct interpretation is not guaranteed.
Graney entra ao serviço na Rússia
Desde que foi concluido o projeto até entrega, decorreram 29 anos
29.06.2014


Foi finalmente incorporado ao serviço da marinha da Russia, o submarino Severodvinsk, o primeiro do tipo Graney, cujo desenvolvimento começou ainda em 1977, tendo o projeto ficado concluído em 1985, o ano em que Gorbachev chegou ao poder na União Soviética.

Lançado apenas em 1993, o Severodvinsk demorou 21 anos até chegar ao serviço, no que foi um record absoluto, mesmo na marinha da Russia onde atrasos, adiamentos, cancelamentos e problemas de todo o tipo são conhecidos como comuns e normais.

Não só o desenvolvimento do navio foi lento, como lento foi o periodo de testes para aceitação. Inicialmente previa-se a entrada ao serviço do Severodvinsk em 2012 e essa data foi divulgada em toda a imprensa russa, mas os continuos problemas detetados acabaram por atrasar a declaração de operacionalidade, muito para lá do que seria razoável.
Prova disso é que a tripulação do Graney começou a ser treinada em 2007, ou sete anos antes de o navio ser declarado operacional.

Problemas detetados

O desenvolvimento do Severodvinsk debateu-se com problemas, mas a sua declaração de operacionalidade foi ainda mais atribulada. Os técnicos repararam demasiado tarde que os motores não eram capazes de gerar potência suficiente para mover o submarino.
Também o elevado nível de ruído, ameaçou todo o projeto. O Severodvinsk era muito mais barulhento que o que se poderia esperar para este tipo de navios, que baseia a sua capacidade de evasão, ou de deteção de alvos na quantidade de ruído produzida.
Embora nem todos os problemas tenham sido resolvidos, a capacidade militar do novo submarino, é impressionante. Equipados com 32 mísseis de cruzeiro Yakhont, eles têm pelo menos no papel, capacidade para atacar grupos de porta-aviões americanos, embora dificilmente possam escapar. Já os torpedos utilizados são de modelos antigos, da década de 1970, embora modernizados. Eles são considerados «suficientes» para as necessidades russas.

Sete a oito navios estão previstos. A classe é grosso modo comparada pelos russos aos novos submarinos americanos da classe Virginia, embora os Virginia (derivações do Seawolf) tenham sido projetados mais de uma década depois. Ainda assim, os russos tentaram tudo para reduzir ao mínimo possível a tripulação, que é estimada em 90 militares, tendo cada navio um custo estimado em 1600 milhões de dólares americanos.

O reduzido número de homens necessário para operar o navio é apresentado como prova do grande nivel automatização do navio. Os submarinos da classe Virginia necessitam de uma guarnição de em média 130 militares (A classe Virginia deverá ser constituida por até 50 navios).


Últimas noticias sobre este tema

Busca cancelada

Submarino russo (?) na Suécia

Adeus Vladivostok

Graney entra ao serviço na Rússia

De volta à base

Programa nuclear naval russo sofre revés

Último Oscar retirado em 2014

Rússia pode vender submarinos

| Forças Armadas de Angola | Exército Brasileiro | Exército Português | Força Aérea Brasileira | Força Aérea Portuguesa | Marinha do Brasil | Marinha Portuguesa | Forças Armadas de Moçambique | Forças Armadas da Guiné-Bissau | Timor - Sociedade | Forças de defesa de Timor | Brasil | Moçambique | Portugal | Listagem de todas as notícias | Listar todos os navios | Listar todas as aeronaves | Listar armas ligeiras | Listar todos os veículos | Listar todos os mísseis | Listar sistemas de artilharia | Artigos de opinião | Médio Oriente | União Europeia | Europa fora a UE | América do Norte | América do Sul e Caribe | África | Índia e Asia Central | Ásia e Oceânia|
  ---