Sociedade / Política


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Israel em risco de isolamento
Companhias americanas proibidas de voar para Israel
22.07.2014


Numa medida sem precedentes, a FAA, autoridade norte americana de aviação, ordenou a suspensão de voos para o aeroporto internacional de Tel-Aviv por um periodo de até 24 horas. Empresas como a American Airlines, e a United/Continental, que tinham aviões no ar sobre a Itália, deram ordens aos pilotos para voltar para trás. A Delta Airlines fez o mesmo. A Air Canada, está a avaliar a situação.

A medida já foi acompanhada pelo grupo Lufthansa, que inclui também a Swiss e que suspendeu todos os voos para Tel-Aviv durante 36 horas. Espera-se a todo o momento que a Air France / KLM e também o grupo British Airways / Iberia suspendam igualmente os voos para a capital administrativa de Israel.

A determinação norte-americana seguiu-se à divulgação de notícias segundo as quais, foguetes de artilharia do movimento terrorista Hamas terão caído na área do aeroporto internacional Ben Gurion em Tel-Aviv.

Os relatórios afirmam que foguetes de artilharia caíram a cerca de 1600m do aeroporto Ben Gurion.
Autoridades de Israel acusaram as empresas americanas de terem tomado as medidas de forma unilateral, ainda antes de se saber que havia uma determinação oficial da administração aeronautica norte-americana.

Pressão sobre Israel

Autoridades de Israel consideram que a decisão é uma vitória do terrorismo. Israel está desde à vários dias a bombardear continuamente a pequena região de Gaza, onde se aquartela o movimento terrorista Hamas, que já lançou desde o inicio da crise mais de 2.000 foguetes de artilharia sobre Israel.

O sistema de defesa Iron Dome, conseguiu no entanto evitar que muitos dos foguetes caíssem em lugares onde provocassem vítimas. A resposta tem sido violenta, e mais de 600 pessoas morreram já na região de Gaza vítimas dos ataques de Israel, que chegaram mesmo a incluir o bombardeamento de hospitais.

O movimento Hamas não aceita suspender os ataques contra Israel e continua a colocar foguetes de artilharia junto a zonas habitadas para assim proteger os foguetes e garantir que os ataques de Israel provocam mortos.

Israel acusou o Hamas de ter desenvolvido uma cultura de sangue, em que propositadamente coloca armas de guerra em hospitais, escolas e áreas densamente povoadas, para garantir que um grande morticinio facilita o apoio internacional.

O Hamas acusou Israel de resposta desproporcionada e massacre de civis.


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