Força Aérea


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Manobras perigosas
Pilotos chineses voltam a desafiar patrulhas americanos
23.08.2014


As autoridades militares americanas acusaram nesta sexta-feira a China de efetuar passagens a curta distância de um Boeing P-8A «Poseidon» da marinha norte-americana, que se encontrava numa missão de patrulha sobre o mar do sul da China.

Segundo aquela fonte, a aeronave chinesa evoluiu de forma perigosa nas proximidades do P-8 e com intenções aparentemente agressivas e sem profissionalismo.

O caça J-11B, um derivado chinês do Su-27 russo, terá voado a menos de 15 metros por debaixo do avião americano, uma versão militar do conhecido jato comercial Boeing B737-800.
Além de passar por baixo, também se atravessou na frente do avião americano numa rota perpendicular e noutra passagem o piloto chginês fez um voo invertido, mostrando a carga de armas transportadas, ao mesmo tempo que perdia naturalmente o contato visual com o Boeing, o que poderia ter levado a acidentes.

O avião americano, está em missão na base americana de Kadena na ilha de Okinawa, a mesma onde se encontram os caças F-22 americanos estacionados no Japão.

O incidente fez lembrar o que aconteceu em 2001, a 110km do território chinês, quando um P-3 foi forçado pelos chineses a aterrar de emergência na ilha de Hainan depois de ter sido abalroado por um avião J-8-II. Na altura o piloto chinês perdeu o controlo e o avião despenhou-se, tendo resultado a morte do seu único ocupante.

Os chineses acusaram os americanos de invasão do espaço aéreo e aprisionaram todos os 23 tripulantes do P-3.

A China tende a considerar as águas dentro da sua Zona Economia Exclusiva, como águas territóriais, embora nem essas águas possam ser consideradas territóriais (qualquer navio pode atravessar esses mares sem necessidade de autorização) à face da lei internacional nem o espaço aéreo sobre as águas possa ser atribuido à responsabilidade e autoridade da China.

Aeronaves e navios chineses têm assumido atitudes provocatórias nos vários mares que circundam o país. A China não só reclama a posse de várias ilhas japonesas, como considera como suas águas, áreas marítimas a milhares de quilometros da costa chinesa, negando aos países ribeirinhos quaisquer direitos.

Além do Japão, a China tem atacado navios do Vietname e das Filipinas.


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