Marinha


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Royal Navy confirma segundo porta aviões
Prince of Wales, vai juntar-se ao Queen Elizabeth II
07.09.2014


O aumento da tensão na Europa, que levou a várias sanções económicas e a algumas no campo militar contra a Rússia, teva na passada sexta-feira, dia 5 de Setembro um novo desenvolvimento, com a confirmação oficial por parte do próprio primeiro ministro da Grã Bretanha, de que o segundo porta-aviões da classe Queen Elizabeth II, o HMS Prince of Wales, será construido, de forma a entrar ao serviço ativo em vez de ficar apenas na condição de casco de reserva.

O HMS Queen Elizabeth, é o maior e mais poderoso navio de guerra que a Grã Bretanha alguma vez possuiu, mas o custo da sua construção (mais de 7000 milhões de Euros para o par) e os custos de operação previstos, levaram os britânicos a pensar duas vezes, quando o aperto económico levou a cortes na defesa e quando a perspetiva de haver um inimigo palpável que justificasse a existência dos navios era igualmente reduzida.

Existem dúvidas de que, por se prever a utilização do caça F-35B de descolagem vertical, o Queen Elizabeth poderá eventualmente ter menos capacidades que navios equivalentes, nomeadamente os porta-aviões americanos do tipo Nimitz, ou o porta-aviões francês Charles de Gaulle, que por utilizarem sistemas de catapulta para as suas aeronaves, garantem uma poupança de combustível, que dá aos aviões maior autonomia.

Ao mesmo tempo em termos de combate ar-ar, teme-se que o caça stealth F-35B não tenha as mesmas performances que aeronaves como o Rafale Naval ou o F-35C da marinha norte-americana.

A Grã Bretanha anunciou a intenção de adquirir 48 caças F-35B de descolagem vertical, que deverão operar a partir dos navios. Helicópteros de luta anti-submarina e helicópteros de transporte também operarão a partir dos porta-aviões.

Os dois navios poderão portanto vir a operar conjuntamente, mas fica garantido que o Reino Unido terá pelo menos um super-porta-aviões ao serviço de forma permanente.
Eles deverão operar em tempo de paz, com uma força de 12 a 16 caças F-35B, juntamente com helicópteros Lynx e Merlin.

Comparação entre um navio da classe Queen Elizabeth e o Ark Royal, o último grande porta-aviões da Royal Navy, retirado de serviço no inicio da década de 1970


Em situações de conflito naval, eles podem transportar até 40 caças F-35B e helicópteros anti-submarinos. Já em caso de operações que exijam a colocação de tropas, eles podem transportar helicópteros Chinook que permitem colocar uma força de até 600 militares de infantaria em terra.

Com dois porta-aviões ao serviço, em conjunto com os contra-torpedeiros Type-45 e com as fragatas de defesa aérea da Noruega, a NATO está em condições de garantir o controlo absoluto do Atlântico Norte, impedindo como no tempo da guerra fria, o avanço da marinha da Rússia. Numa situação de conflito, as forças do Reino Unido poderiam ser complementadas com forças dos Estados Unidos, já que as marinhas da Alemanha, Dinamarca, Polónia, Holanda e Bélgica dariam a sua atenção para o Mar do Norte, França, Espanha, Itália e Turquia ao Mediterrâneo.


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