Marinha


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Patrulhas para o golfo da Guiné
Nigéria reforça capacidade de patrulha
03.11.2014


Foram completas as provas de mar do primeiro de dois navios de patrulha oceânica para a marinha da Nigéria, construidos nos estaleiros de Wuhan na China

A marinha a Nigeria chegou a estar entre os possíveis clientes para os navios do tipo NPO-200 (Viana do Castelo) de que a marinha de Portugal opera duas unidades, num projeto que não teve continuação, com a falência dos estaleiros portugueses.
Além destes dois exemplares, a marinha da Nigéria pretende adquirir mais 10 outros navios, ainda que não haja informação sobre o tipo ou classe, embora existam rumores sobre a possibilidade de aquisição de um modelo indiano.

Com um comprimento máximo de 95m e uma largura máxima de 12.2m, os navios do tipo P-18N têm um deslocamento de 1800t e são propulsionados por dois motores MTU 20V4000M que permitem atingir uma velocidade máxima de 21 nós.

A velocidades menores ele tem uma autonomia para operações durante 20 dias (víveres para a tripulação) e 3400km a 12 nós (cerca de 10 dias de viagem), o que é em principio suficiente para as necessidades da marinha da Nigéria.

Tratando-se de navios de patrulha, ainda assim os dois estarão equipados com uma peça de 76mm de tiro rápido (AK176) controlado por um radar de tiro TR-47, além de dois canhões de 30mm.
A marinha da Nigéria possui uma fragata da classe MEKO que não está no seu melhor estado e dois grandes patrulhas oceânicos cedidos pela guarda costeira norte-americana.
Além destes a marinha da Nigéria possui cerca de 40 embarcações com um deslocamento inferior a 100t, que se têm mostrado inadequados para missões de combate à pirataria.

Pirataria no golfo da Guiné

Nos últimos anos, o golfo da Guiné tem sido palco de um intenso aumento da atividade de piratas marítimos, numa área onde a maioria dos países não tem meios financeiros, técnicos e humanos para responder à ameaça. A maior parte das atividades de pirataria ocorrem aliás nas águas da Nigéria, embora os problemas afetem também os países vizinhos, nomeadamente o Benim, Togo, Ghana e Costa do Marfim.

Pirataria no golfo da Guiné: Nigéria o país mais afetado


A Nigéria, apesar de todos os seus problemas aparenta ser o único desses países com uma capacidade real para desenvolver uma política de patrulha tanto das suas águas territoriais como da Zona Económica Exclusiva.

Nova classe de navios

Os patrulhas oceânicos do tipo P-18 são navios modulares, que a China pretende adequar às necessidades de cada cliente. O mercado principal são os países da África, onde a China tem investido pesadamente quer do ponto de vista económico quer do ponto de vista político, o que leva a um aumento exponencial da influência chinesa no continente.


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