Marinha


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Marinha não se interessou pelos U206
Submarino interino teria custos elevados
06.07.2010


A imprensa portuguesa noticiou nesta Segunda Feira, que o consórcio alemão que ganhou o concurso para o fornecimento de submarinos à marinha de guerra portuguesa tinha prometido fornecer dois submarinos de forma interina à marinha de guerra portuguesa.

Ainda que a notícia tenha sido apresentada como um furo jornalístico, o areamilitar.net publicou há anos atrás um comentário sobre a possibilidade de operação daquele tipo de sistema submarino pela marinha de guerra portuguesa na sua versão anterior.

Ainda que o «Jornal de Notícias» tenha afirmado que não recebeu qualquer explicação sobre o assunto, o areamilitar.net está em condições de afirmar que a possibilidade de operação de um submarino de forma interina chegou a ser analisada, mas demonstrou ser muito pouco viável.

Aparentemente, a operação de um submarino do tipo U206 implicaria a criação por parte da marinha portuguesa de uma cadeia logística de fornecimento de peças e acessórios de reposição, sendo igualmente forçada a treinar um numero considerável de militar apenas para poder operar o U206 durante um par de anos.

Além disso, outras razões concorreram para a não aceitação dos submarinos U206. Tratou-se de unidades submarinas ainda mais pequenas que os navios do tipo Daphné utilizados pela marinha, eles foram concebidos para operação no Mar Báltico em águas quase rasas. Foram construídos a pedido da marinha alemã e possuem características especificamente desenhadas para cumprir com as exigências daquela força.

Foram submarinos pensados para operar a distâncias muito curtas das suas bases e possuem uma autonomia incrivelmente limitada, o que tornava a sua operação pela marinha portuguesa numa dor de cabeça logística.

A incorporação de um novo navio implicava custos que a marinha não teria como custear, já que implicava uma duplicação de custos quando os submarinos definitivos chegassem.


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