Força Aérea


Translation to English not responsability of areamilitar.net.
Service is supplied as is and correct interpretation is not guaranteed.
Portugal quer vender helicópteros Kamov
Operação dos Ka-32, é demasiado cara !
09.08.2011


Quando em 2008 o governo português adquiriu seis helicóptero Kamov Ka-32 a aquisição foi vista como um bom negócio. Ela estava associada à negociação para Portugal reaver parte das dívidas da antiga União Soviética para com o Estado Português.

A aquisição permitia comprar seis helicópteros médios Kamov para utilização no combate a incêndios. Os helicópteros entraram ao serviço ainda no Verão de 2008 e foram utilizados com sucesso.

Porém, um estudo recente feito pelas autoridades portuguesas acabou por concluir que a operação das aeronaves russas tem custos astronómicos, dado a manutenção das aeronaves ser considerada extremamente cara.

Os custos com a operação dos helicópteros Kamov, aumentaram relativamente a 2008 e peças e implementos de reposição necessários para garantir a operacionalidade da aeronave aumentaram muito mais que o previsto.
Além disso, o altíssimo nível de consumo de combustível dos motores dos Kamov, também resulta numa factura cada vez mais elevada à medida que o preço dos combustíveis aumenta.

Retirar os Kamov de serviço

As autoridades portuguesas estudam de momento a retirada de serviço dos seis helicópteros Ka-32, pretendendo em sua substituição colocar no combate a incêndios parte da frota de helicópteros Puma que estiveram ao serviço da Força Aérea Portuguesa até à chegada dos helicópteros EH-101 [1].

A manutenção dos Puma é considerada muito mais económica e pode ser garantida pela Força Aérea Portuguesa, o que não acontece com as aeronaves russas, que seriam retiradas de serviço à medida que os velhos helicópteros voltassem a entrar ao serviço. Até 2015 estariam operacionais seis unidades os Puma, permitindo substituir os Ka-32.

Estima-se que a frota de seis aeronaves terá um valor em torno dos 40 milhões de Euros. Os helicópteros Kamov têm cerca de três anos de uso e foram utilizados para combate a incêndios e também para algumas operações de evacuação médica de emergência.







[1] – Chegaram de facto a voltar a estar ao serviço quando ocorreram problemas com a falta de peças para os EH-101.


Últimas noticias sobre este tema

Bombardeiros russos visitam Algarve

Dia atarefado para a FAP

12 caças F16 portugueses vendidos à Romenia

Portugal quer vender helicópteros Kamov

Ajuda portuguesa para o Haiti, volta para trás

Manutenção de Helicópteros EH-101 custa 11 mihões por ano

Primeiro C-295M entregue à FAP

F-16B MLU da Força Aérea Portuguesa despenha-se

| Forças Armadas de Angola | Exército Brasileiro | Exército Português | Força Aérea Brasileira | Força Aérea Portuguesa | Marinha do Brasil | Marinha Portuguesa | Forças Armadas de Moçambique | Forças Armadas da Guiné-Bissau | Timor - Sociedade | Forças de defesa de Timor | Brasil | Moçambique | Portugal | Listagem de todas as notícias | Listar todos os navios | Listar todas as aeronaves | Listar armas ligeiras | Listar todos os veículos | Listar todos os mísseis | Listar sistemas de artilharia | Artigos de opinião | Médio Oriente | União Europeia | Europa fora a UE | América do Norte | América do Sul e Caribe | África | Índia e Asia Central | Ásia e Oceânia|
  ---