Força Aérea


Translation to English not responsability of areamilitar.net.
Service is supplied as is and correct interpretation is not guaranteed.
Novela brasileira do F/X-2
Lula teria recebido luvas para favorecer franceses
28.02.2012


Um novo desenvolvimento relacionado com o processo de aquisição de caças para a Força Aérea Brasileira ameaça salpicar o ex presidente brasileiro Lula da Silva, que chegou a anunciar publicamente que o Brasil compraria o caça Rafale da França, há cerca de dois anos e meio atrás, em 7 de Setembro de 2009.

Afirmações de um analista da empresa privada Strategic Forecasting Inc. também conhecida como STRAFTOR, que estão na posse do site «Wikileaks» apontam um grande número do que considera serem erros táticos dos responsáveis brasileiros de defesa.

Entre os erros apontados, está a opção brasileira pela compra de três submarinos movidos a energia nuclear, quando a marinha do país é ridicula para a dimensão do Brasil. Entre várias afirmações e considerações tecidas sobre as forças armadas brasileiras destaca-se a que não descarta a possibilidade de ter havido um favorecimento dos franceses por parte do próprio presidente da república em 2009, Inácio Lula da Silva. Esta tese é defendida com a afirmação de que a compra dos submarinos nucleares é tão estúpida, que pode até ser resultado de um favorecimento financeiro em favor do então presidente brasileiro.

Medida desesperada ?

No entanto, os defensores do ex presidente consideram que a alegação é maliciosa e «plantada» numa altura em que a possibilidade de o Brasil vir a comprar caças franceses aumenta.
A intenção brasileira de comprar caças da Dassault ficou logo expressa em 2009, mas a declaração de Lula da Silva foi resultado do impulso da ocasião e poderia ter provocado danos e prejuizos, porque a consulta ao mercado ainda estava a decorrer.

Se o Brasil tivesse declarado que comprava o Rafale sem que os restantes concorrentes pudessem apresentar suas propostas finais, todo o processo poderia ser impugnado nos tribunais.
Isso terá levado o governo brasileiro a pensar duas vezes, dando o dito por não dito.

Esta solução, de protelar uma decisão no tempo, não explica porém qual a razão que levou a nova presidente brasileira a «congelar» o processo de aquisição dos caças.
Segundo os críticos do governo, essa decisão da administração Dilma, resulta de duvidas da presidente sobre a lisura da fase inicial do contrato.

A opção brasileira no caso do programa F/X, será eminentemente política. Todos os três concorrentes em campo apresentam vantagens e desvantagens. As dúvidas continuam, enquanto o governo brasileiro continua «em cima do muro», com os Estados Unidos pressionando o Brasil e lembrando o muito que a industria aeronáutica brasileira deve ao país de Obama, com a França acenando com a liberdade total de utilização dos equipamentos e com uma alegada transferência total de tecnologia e com a SAAB sueca no meio do caminho, com uma proposta que junta as vantagens da Dassault e da Boeing, mas com um produto, o SAAB Gripen, que é visto por muitos analistas como demasiado pequeno para as necessidades do Brasil.


Últimas noticias sobre este tema

Gripen da FAB: Contrato assinado

Saab Gripen E/F

FX: Rafale estaria de fora

Embraer pode desistir de vender Super Tucano

Novela brasileira do F/X-2

MMRCA indiano agita F/X-2 brasileiro

Rafale para a Índia pode deixar Brasil de fora

RAFALE: Franceses tentam mais uma vez !

| Forças Armadas de Angola | Exército Brasileiro | Exército Português | Força Aérea Brasileira | Força Aérea Portuguesa | Marinha do Brasil | Marinha Portuguesa | Forças Armadas de Moçambique | Forças Armadas da Guiné-Bissau | Timor - Sociedade | Forças de defesa de Timor | Brasil | Moçambique | Portugal | Listagem de todas as notícias | Listar todos os navios | Listar todas as aeronaves | Listar armas ligeiras | Listar todos os veículos | Listar todos os mísseis | Listar sistemas de artilharia | Artigos de opinião | Médio Oriente | União Europeia | Europa fora a UE | América do Norte | América do Sul e Caribe | África | Índia e Asia Central | Ásia e Oceânia|
  ---