Sociedade / Política


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Cabo Verde não aceita junta guineense
Senegal será contactado para analisar situação
21.04.2012


O presidente de Cabo Verde disse na sexta-feira que não reconhecia o acordo feito entre o grupo de militares revoltosos auto-intitulado «Comando Militar» e alguns lideres políticos guineenses.
Segundo aquele acordo, ficaria estabelecido um período de transição de dois anos até à realização de novas eleições.

Cabo Verde, vai enviar ao Senegal o seu ministro dos negócios estrangeiros para ali estudar com o novo presidente senegalês possíveis soluções para a crise e para o regresso à normalidade.
O Senegal não tem tido neste processo qualquer intervenção de relevo – ao contrário do que ocorreu em casos anteriores – pois acaba de sair de um complicado e truculento processo eleitoral que deixou várias feridas internas ainda por sarar.

Entretanto continuam as negociações em Washington, para que seja preparada uma força de interposição de paz na Guiné Bissau que ajude a repor a legalidade democrática.

Os revoltosos avisaram no entanto, que considerariam qualquer força da ONU como força inimiga e invasora e que responderiam à invasão do território guineense.

Estes últimos alegam que a situação no país está já regularizada e que os militares estão já a voltar aos quartéis, mantendo uma posição tutelar sobre os políticos até à realização de eleições dentro de dois anos.
Durante esse período, o governo ficará a cargo de políticos que efetivamente perderam as eleições.
Ao mesmo tempo, a tutela militar leva os observadores a acreditar que ficaria no controlo efetivo do poder na Guiné-Bissau a atual estrutura de comandos militares, a qual está reconhecidamente ligadas ao tráfico internacional de drogas, especialmente as vindas da América do Sul.


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