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Luanda envia tropas para o Congo
Governo angolano confirmou envio de militares
12.11.2008


O governo de Luanda confirmou oficialmente nesta Quarta-feira que vai enviar forças militares para a República Democrática do Congo em apoio do governo do presidente Kabila.

Embora não tenha sido confirmada, a presença de tropas angolanas em áreas próximas às regiões onde foram detectados combatentes rebeldes comandados por Laurent Nkunda, já fora anteriormente noticiada.

Jornalistas internacionais afirmaram no passado fim-de-semana que tropas com aspecto organizado, enquadradas, bem armadas e com muito melhor organização logística que as tropas regulares do Congo tinham sido avistadas naquele país.
Além disso segundo as mesmas fontes o chefe do movimento rebelde terá afirmado que militares numa região a 20km da cidade de Goma falavam português, o que foi desde logo considerado como marca da presença angolana no território. O facto de haver combatentes que falam português na região, não constitui no entanto prova cabal do envolvimento angolano, uma vez que muitos refugiados do Congo ex-Zaire viveram em Angola durante muitos anos e a utilização do português como língua de comunicação é relativamente comum na região do Katanga, a sul da área onde ocorrem os combates.

Não há informações concretas sobre que tipo de envolvimento Angola terá na República Democrática do Congo nem sobre a quantidade de tropas que foram ou que serão enviadas.

Sabe-se no entanto que as tropas do rebelde Laurent Nkunda receberam carros de combate, em principio T-55 e que as forças regulares da República Democrática do Congo não têm como responder a meios deste tipo.

A presença de meios pesados na posse das tropas rebeldes tem sido vista como uma prova da intervenção do Ruanda, em apoio dos vários grupos que combatem o governo de Kinshasa.
A necessidade de apoio angolano, tendo em consideração que os efectivos de que dispõe o governo da República Democrática do Congo são relativamente elevados, só se explica se for necessário trazer para a área de conflito equipamentos militares que possam reduzir o que parece ser a superioridade das forças rebeldes em termos de armamentos mais pesados.

Entretanto pelo menos 250.000 refugiados encontram-se na área, tendo fugido das suas casas com medo dos combates e acima de tudo temendo os conflitos étnicos e a repetição do que aconteceu nos finais dos anos 90, em que centenas de milhares de pessoas foram assassinadas em menos de um mês.


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