Marinha


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Britânicos convidam Brasil para desenvolver navios
Participação no Futuro «Type-26» pode ser opção
17.09.2010


Durante a visita que fez ao Brasil na passada semana, o ministro britânico da defesa, Gerald Howarth apresentou às autoridades militares brasileiras uma proposta para a construção conjunta de navios pela Grã Bretanha e pelo Brasil.

A decisão da marinha brasileira de modernizar a sua frota de navios, com a aquisição de várias unidades novas, despertou o interesse de franceses e também de italianos, que estudam a possibilidade de venda ao Brasil de fragatas derivadas do projecto franco-italiano FREMM.

O Brasil pretende adquirir várias fragatas, em configurações diferentes e a marinha anunciou já que se trataria de navios com um deslocamento em torno das seis mil toneladas.
Embora os números apontados pelos britânicos não sejam coincidentes, aparentemente os britânicos estão tentando atrair o Brasil para seu novo projecto de fragata multi-funções, conhecido como FSC (Future Surface Combatant) ou Combatente de Superfície do Futuro, que também tem sido referido a Grã Bretanha como Type-26. Esses navios deverão substituir as fragatas Type-22(b2) e Type-23.
Prevê-se que os navios tenham um deslocamento de 6,850t um comprimento de 141m

A principal vantagem da proposta britânica, estaria no fato de neste momento as fragatas Type-26 estarem em fase de desenvolvimento e projeto. A participação brasileira no desenvolvimento de um navio numa fase inicial, seria a melhor forma de transferir tecnologia, que tem sido um dos objetivos mais perseguidos pelo governo brasileiro nos últimos tempos.
Isso mesmo foi salientado pelo ministro britânico, quando disse que a Grã Bretanha tem mais experiência na transferência de tecnologia que outros países.

Torna-se evidente que o interesse do Brasil nos navios de defesa aérea, que são hoje comuns nas marinhas do mundo.
Os navios «Type-26» deverão contar com o sistema de radar 3D que está em desenvolvimento pela BAE Systems, conhecido como «Artisan». Esse radar utiliza parte da tecnologia do sistema de radar Sampson que equipa os contratorpedeiros Type-45 «Daring».

Embora não haja nenhum dado claro no que diz respeito ao Brasil, sabe-se que os britânicos querem desenvolver três versões diferentes do FSC. Um dos modelos de topo com radar 3D e capacidades de defesa aérea, uma versão mais reduzida para patrulha, luta anti-submarina e escolta e uma versão ainda mais pequena (mais curta) para missões de patrulhamento e operações menos exigentes. Essas versões são presentemente conhecidas como C1, C2 e C3.

Além da proposta de fornecimento de navios de escolta, os britânicos também podem propor navios de patrulha com base no mesmo projeto, além de um navio de apoio logístico, adequado para projecção de forças anfíbias.


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